Exames

Teste respiratório de hidrogênio e metano: para que serve e quando fazer

Exame não invasivo usado na investigação de alterações gastrointestinais específicas, como suspeita de SIBO e algumas intolerâncias. Entenda quando é indicado.

Paciente realizando teste respiratório de hidrogênio e metano em clínica
Foto da Dra. Sara Cristina Batista de Lima Rodrigues

Dra. Sara Cristina

CRM-MA 11602 · Gastroenterologia

01 de outubro de 2025 6 min

O que é o teste respiratório?

O teste respiratório de hidrogênio e metano é um exame não invasivo que avalia gases eliminados pela respiração depois que o paciente ingere um substrato específico, em geral lactulose ou glicose, conforme a indicação clínica.

É uma das ferramentas que utilizamos, em gastroenterologia, para investigar sintomas digestivos selecionados.

Para que ele serve?

O exame ajuda a investigar condições como a suspeita de SIBO (supercrescimento bacteriano no intestino delgado), além de algumas intolerâncias e quadros de má absorção.

Ele não substitui a avaliação clínica. O resultado precisa ser sempre interpretado em conjunto com o quadro do paciente.

Quando pode ser indicado?

A indicação parte da consulta. Costuma ser considerada diante de sintomas como distensão abdominal, gases, estufamento recorrente, diarreia, constipação ou desconforto na barriga, quando o contexto clínico sugere que o exame vai realmente acrescentar informação útil.

Como o paciente deve se preparar?

O preparo segue orientações específicas para garantir a qualidade do resultado. De forma geral, envolve restrições alimentares nas horas que antecedem o exame, jejum, suspensão de determinados medicamentos sob orientação médica e cuidados com a higiene bucal.

As instruções detalhadas são entregues no momento do agendamento.

Sintomas digestivos recorrentes? Conversar com a equipe é o primeiro passo.

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O que o exame mede?

Ele mede a concentração de hidrogênio e metano no ar exalado em intervalos definidos após a ingestão do substrato. O comportamento desses gases ao longo do tempo é avaliado segundo critérios atualizados de interpretação.

O resultado sozinho fecha diagnóstico?

Não. O resultado é apenas uma das informações que entram na decisão clínica. A médica leva em conta sintomas, histórico, outros exames e a evolução do paciente para definir a conduta.

Onde fazer teste respiratório em São Luís?

A Dra. Sara Cristina atende na Clínica EndoPelvis, em Ponta Areia (Lagoa Corporate), São Luís/MA, e orienta o teste respiratório de hidrogênio e metano nos casos com indicação clínica.

Para informações sobre disponibilidade, preparo e agendamento, basta falar com a equipe pelo WhatsApp.

O Exame

Como funciona o teste?

O teste respiratório é simples, não invasivo e indolor. Veja o passo a passo:

Ilustração de paciente em consulta com a médica gastroenterologista1

Chegada e Preparo

Você chegará à clínica em jejum. O profissional explicará o procedimento e fará uma breve entrevista.

Ilustração de paciente soprando no aparelho do teste respiratório2

Coleta Basal

Você soprará no aparelho pela primeira vez para medir os gases em jejum (medição basal).

Ilustração do intestino com microbiota e bactérias3

Ingestão do Substrato

Você beberá um líquido contendo um açúcar específico (como lactulose, glicose ou frutose) que servirá de alimento para as bactérias.

Ilustração de paciente soprando no aparelho a cada 15-20 minutos com análise em tempo real na tela4

Sopros Seriados

A cada 15 ou 20 minutos, você soprará novamente no aparelho. O sistema analisará o ar expirado em tempo real.

Ilustração de médica analisando laudo digital do teste respiratório5

Resultado Imediato

Ao final do período (geralmente 2 a 3 horas), o sistema gera um laudo automático que a médica poderá interpretar na hora.

Perguntas frequentes

Para entender se o teste respiratório de hidrogênio e metano é indicado para o seu caso, agende uma avaliação com a Dra. Sara Cristina.

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Referências científicas

  1. Hydrogen and Methane-Based Breath Testing in Gastrointestinal Disorders: The North American Consensus · Rezaie A, Buresi M, Lembo A, et al. · 2017 · American Journal of Gastroenterology
  2. ACG Clinical Guideline: Small Intestinal Bacterial Overgrowth · 2020 · American Journal of Gastroenterology

As informações deste artigo têm caráter educativo e não substituem consulta médica individualizada.

Seu intestino dá sinais. Investigar é o primeiro passo.

Se você convive com estufamento, má digestão, diarreia, constipação ou sintomas digestivos recorrentes, agende uma avaliação.

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